
Há algumas semanas, Japão Pop Show está no topo das paradas da Agência Alavanca. Sim, o aguardado segundo CD de Curumin vazou e a gente confessa na cara dura que já baixou.
Mais. Elegemos “Magrela Fever” como hit do ano e esperamos todo mundo no imperdível show de pré-lançamento que o músico paulistano faz dia 10 de maio (sábado), na próxima edição da festa Mágica, realizada na Livraria da Esquina. Até porque queremos comprar nossa cópia do disquinho, que sai ao mesmo tempo no Brasil e nos Estados Unidos.
Em entrevista ao G1, Curumin deu mais detalhes sobre o novo trabalho. Leia aqui.
Outro dia estava conversando com um amigo sobre esses gêneros musicais e como fica cada dia mais difícil defini-los e chegamos a uma conclusão: o que eu faço é samba. No primeiro e nesse disco: samba. Claro que não é o samba tradicional, mas também não entendo o samba só como uma coisa tradicional e estática. O samba evoluiu e se misturou com outras coisas, mas tem ainda a essência do samba (aliás, ele também veio de uma mistura, com referências africanas e européias). Parece meio absurdo, mas quem for num show vai entender. A gente está fazendo samba.
Foto: Nino Andrés
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